Roberto Medina, criador do Rock in Rio, quer recomprar a parte de Eike Batista no evento, segundo a Veja
Medina e Eike: crise do ex-bilionário desafinou os planos da sociedade no Rock in Rio
São Paulo – Um dos símbolos do auge de Eike Batista, o iate Pink Fleet foi enviado para um estaleiro em São Gonçalo (RJ) para ser desmanchado. Suas peças serão vendidas a preço de sucata. Antes dessa medida drástica, Eike tentou vendê-lo para se livrar dos custos de manutenção, estimados em 300.000 reais por mês. Sem compradores, quis doá-lo para a Marinha, que não se interessou. Veja, a seguir, o navio que será desmontado - e que custou 19 milhões de dólares a Eike.
Fonte: Exame.com
São Paulo – Eike Batista ganhou outra preocupação. De acordo com a coluna Radar da edição desta semana de Veja, o criador do Rock in Rio, Roberto Medina, não quer mais o ex-bilionário como sócio da marca.
Na prática, segundo a Veja, Medina contratou o BTG Pactual para negociar a recompra da fatia de Eike no maior festival de música do Brasil. Medina estaria preocupado com a implosão do Grupo EBX.
No limite, o empresário teme que os 50% do Rock in Rio, hoje nas mãos de Eike, acabem administrados por um juiz.
Desafinado
Em maio de 2012, ainda badalado e visto como um símbolo do capitalismo brasileiro, Eike comprou metade do Rock in Rio por 120 milhões de reais, por meio da IMX, sua empresa de entretenimento.
O acordo previa, também, investimentos de 350 milhões de dólares em cinco anos, com o objetivo de reforçar a expansão internacional do Rock in Rio, que já passou por países como Espanha e Portugal. Agora, Medina teme que a crise de Eike desafine os planos do festival
Na prática, segundo a Veja, Medina contratou o BTG Pactual para negociar a recompra da fatia de Eike no maior festival de música do Brasil. Medina estaria preocupado com a implosão do Grupo EBX.
No limite, o empresário teme que os 50% do Rock in Rio, hoje nas mãos de Eike, acabem administrados por um juiz.
Desafinado
Em maio de 2012, ainda badalado e visto como um símbolo do capitalismo brasileiro, Eike comprou metade do Rock in Rio por 120 milhões de reais, por meio da IMX, sua empresa de entretenimento.
O acordo previa, também, investimentos de 350 milhões de dólares em cinco anos, com o objetivo de reforçar a expansão internacional do Rock in Rio, que já passou por países como Espanha e Portugal. Agora, Medina teme que a crise de Eike desafine os planos do festival
São Paulo – Um dos símbolos do auge de Eike Batista, o iate Pink Fleet foi enviado para um estaleiro em São Gonçalo (RJ) para ser desmanchado. Suas peças serão vendidas a preço de sucata. Antes dessa medida drástica, Eike tentou vendê-lo para se livrar dos custos de manutenção, estimados em 300.000 reais por mês. Sem compradores, quis doá-lo para a Marinha, que não se interessou. Veja, a seguir, o navio que será desmontado - e que custou 19 milhões de dólares a Eike.
Fonte: Exame.com

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