Cruzar a cordilheira dos Andes entre o Chile e a Argentina é o sonho de todo turista que aprecia o sabor da aventura e não limita suas viagens apenas aos grandes hotéis, restaurantes e shoppings das grandes cidades. Para esses, existe hoje uma opção que mistura natureza, paisagens de tirar o fôlego e o plus de visitar dois países numa mesma viagem. Trata-se de ir do Chile para a Argentina – ou vice-versa -, por via terrestre, percorrendo o mítico itinerário dos lagos andinos
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Texto e fotos: Jaime Borquez
A travessia entre o Chile e a Argentina navegando através dos lagos andinos começa na agitada cidadezinha chilena de Pucón, na orla do lago Villarrica e aos pés do vulcão do mesmo nome. Reserve dois dias e duas noites de estadia. É tempo suficiente para aproveitar as variadas atrações locais. Não deixe de conhecer as Termas Geométricas, projetadas pelo mais ousado e famoso arquiteto chileno, German del Sol, responsável pelos famosos hotéis Explora da Patagônia e do Deserto de Atacama.
No Chile, Pucón é a capital do turismo "outdoor", com destaque para a ascensão do belíssimo Villarica, um vulcão ativo. São cinco horas de caminhada, mas o prêmio vale todo o esforço: é indescritível a sensação de se chegar até a borda da cratera desse vulcão e ver a lava incandescente fervendo e fumegando lá embaixo. Será o caldeirão do diabo? Mas há também atividades mais suaves, como o rafting familiar no Rio Trancura, saltos em parapente duplo, passeios em mountain bike, caiaque, canopy - também chamado de arvorismo -, pesca de truta e muito mais.
Pucón tem gastronomia boa e variada gastronomia. Peixes e frutos do mar são o forte do Chile, mas aqui, alem deles, há grande opção de carnes, incluindo as de caça. Há restaurantes muito charmosos, geralmente construídos a partir de enormes troncos de madeira nativa. Pucón é uma sucessão de surpresas encantadoras.
A saída para a Argentina se inicia com a travessia da cordilheira andina através do passo Hua-Hum. O caminho margeia os lagos Villarrica, Calafquén, Panguipully e a reserva de Huilo Huilo, com sua bela cachoeira. E se chega até Puerto Fuy, onde embarca-se na balsa que navega por hora e meia até chegar a Puerto Pirihueico.
Depois dos trâmites de imigração, chega-se à alfândega argentina onde é preciso preencher alguns documentos de entrada no país, e embarca-se na moderna lancha Patagônia 1, com capacidade para 115 passageiros. Pode se viajar na parte coberta da embarcação, ou sair para a parte externa da qual desfruta-se de 365 graus de pura paisagem andina.
E tem início a segunda parte do programa Travessia Navegando entre Chile e Argentina, passando pelos lagos Nonthué e Laçar, fazendo uma curta caminhada na ilha Santa Teresita para chegar, duas horas depois, na cidade argentina de San Martin de los Andes. A travessia completa dura perto de dez horas e, quando as condições climáticas se põem mais complicadas, o trajeto se faz tranquilamente pelo passo Mamuil Malal, que não deixa nada a dever quanto a belas paisagens de lagos, rios e as sempre nevadas montanhas andinas.
No dia seguinte, pela manhã, há tempo suficiente para se conhecer a charmosa San Martin de los Andes e fazer comprinhas.
À tarde tem início a "Excursão aos Sete Lagos". Ela percorre desfiladeiros andinos do lado argentino até chegar a Villa La Angostura, uma parada para café e chocolates. Depois, a viagem continua até San Carlos de Bariloche, onde o turista dispõe de dois dias para fazer passeios como o Circuito Chico, Cerro Campanário, Isla Victoria, ou simplesmente sentar num bom restaurante, saborear um bom bife de chorizo acompanhado por um vinho Malbec. Nada pode ser mais argentino do que isso!
A Travessia Navegando Chile e Argentina é uma das melhores alternativas para se conhecer e admirar os encantos dos vales da Cordilheira dos Andes.
Fonte: Brasil 247
Texto e fotos: Jaime Borquez
A travessia entre o Chile e a Argentina navegando através dos lagos andinos começa na agitada cidadezinha chilena de Pucón, na orla do lago Villarrica e aos pés do vulcão do mesmo nome. Reserve dois dias e duas noites de estadia. É tempo suficiente para aproveitar as variadas atrações locais. Não deixe de conhecer as Termas Geométricas, projetadas pelo mais ousado e famoso arquiteto chileno, German del Sol, responsável pelos famosos hotéis Explora da Patagônia e do Deserto de Atacama.
No Chile, Pucón é a capital do turismo "outdoor", com destaque para a ascensão do belíssimo Villarica, um vulcão ativo. São cinco horas de caminhada, mas o prêmio vale todo o esforço: é indescritível a sensação de se chegar até a borda da cratera desse vulcão e ver a lava incandescente fervendo e fumegando lá embaixo. Será o caldeirão do diabo? Mas há também atividades mais suaves, como o rafting familiar no Rio Trancura, saltos em parapente duplo, passeios em mountain bike, caiaque, canopy - também chamado de arvorismo -, pesca de truta e muito mais.
Pucón tem gastronomia boa e variada gastronomia. Peixes e frutos do mar são o forte do Chile, mas aqui, alem deles, há grande opção de carnes, incluindo as de caça. Há restaurantes muito charmosos, geralmente construídos a partir de enormes troncos de madeira nativa. Pucón é uma sucessão de surpresas encantadoras.
A saída para a Argentina se inicia com a travessia da cordilheira andina através do passo Hua-Hum. O caminho margeia os lagos Villarrica, Calafquén, Panguipully e a reserva de Huilo Huilo, com sua bela cachoeira. E se chega até Puerto Fuy, onde embarca-se na balsa que navega por hora e meia até chegar a Puerto Pirihueico.
Depois dos trâmites de imigração, chega-se à alfândega argentina onde é preciso preencher alguns documentos de entrada no país, e embarca-se na moderna lancha Patagônia 1, com capacidade para 115 passageiros. Pode se viajar na parte coberta da embarcação, ou sair para a parte externa da qual desfruta-se de 365 graus de pura paisagem andina.
E tem início a segunda parte do programa Travessia Navegando entre Chile e Argentina, passando pelos lagos Nonthué e Laçar, fazendo uma curta caminhada na ilha Santa Teresita para chegar, duas horas depois, na cidade argentina de San Martin de los Andes. A travessia completa dura perto de dez horas e, quando as condições climáticas se põem mais complicadas, o trajeto se faz tranquilamente pelo passo Mamuil Malal, que não deixa nada a dever quanto a belas paisagens de lagos, rios e as sempre nevadas montanhas andinas.
No dia seguinte, pela manhã, há tempo suficiente para se conhecer a charmosa San Martin de los Andes e fazer comprinhas.
À tarde tem início a "Excursão aos Sete Lagos". Ela percorre desfiladeiros andinos do lado argentino até chegar a Villa La Angostura, uma parada para café e chocolates. Depois, a viagem continua até San Carlos de Bariloche, onde o turista dispõe de dois dias para fazer passeios como o Circuito Chico, Cerro Campanário, Isla Victoria, ou simplesmente sentar num bom restaurante, saborear um bom bife de chorizo acompanhado por um vinho Malbec. Nada pode ser mais argentino do que isso!
A Travessia Navegando Chile e Argentina é uma das melhores alternativas para se conhecer e admirar os encantos dos vales da Cordilheira dos Andes.
Fonte: Brasil 247
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