Do Parque Madureira ao Piscinão de São Gonçalo, as opções para curtir o verão próximo de casa
E nos antigos, como as quadras das escolas de samba e parques ao ar livre. Tudo perto de casa.
Há frequentadores mais entusiasmados das áreas de lazer destas regiões que garantem que não as trocariam por nenhuma praia da Zona Sul. “Estamos no lugar em que nascemos, somos vistos como anfitriões e não como intrusos”, justifica o jovem Ronaldo Paes, de 15 anos, enquanto se bronzeia no Parque Madureira. Nos fins de semana, o local chega a receber 60 mil pessoas em busca de um lugar ao sol.
Há frequentadores mais entusiasmados das áreas de lazer destas regiões que garantem que não as trocariam por nenhuma praia da Zona Sul. “Estamos no lugar em que nascemos, somos vistos como anfitriões e não como intrusos”, justifica o jovem Ronaldo Paes, de 15 anos, enquanto se bronzeia no Parque Madureira. Nos fins de semana, o local chega a receber 60 mil pessoas em busca de um lugar ao sol.
O refresco do sol escaldante na cachoeira artificial do Parque Madureira: área de lazer atrai 60 mil pessoas no fim de semana e é mais uma alternativa de programa
Foto: Alexandre Vieira / Agência O DiaEm São Gonçalo, o piscinão funciona como um oásis em dias de altas temperaturas. O local costuma atingir lotação máxima nos fins de semana — dez mil pessoas. Mas durante a semana tem sido bem frequentado.
Luís Cláudio aproveita o dia com a família no Piscinão de São Gonçalo: qualidade da água o impressionou
Foto: Alexandre Vieira / Agência O Dia
Na Baixada, o lazer é garantido na cachoeira de Tinguá, em Nova Iguaçu. “Folgo às segunda e terças só para aproveitar local com liberdade. Tem quem diga que é lugar de pobre, mas nunca vi arrastões por aqui”, garantiu a depiladora Luziane Santos, enquanto aproveitava a queda d’água.
Noites de verão, logo ali ao lado
Neste verão, não são apenas os boêmios bairros do eixo Lapa— Zona Sul que bombam na noite. Nas zonas Norte e Oeste, as praças tem atraído multidões. Quiosqueiros calculam aumento nas vendas de cervejas e petiscos de até 50%.
O ponto de encontro na Praça Cetel, na Vila da Penha: alta de 50% nas vendas de cerveja e petiscos
Foto: Alexandre Vieira / Agência O Dia
Na Tijuca, o movimento na Praça Vannhargen é chamariz para pessoas de todas as idades. “Recebemos todo tipo de público, interessado tanto em ficar por aqui, quanto em fazer um esquenta antes de ir para outros locais”, disse o garçom Juscelino Reis, que garante que o verão é a época do ano em que mais trabalha.
Fonte: O Dia
Colaborou Marcello Victor
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