Rumo à greve
Os servidores na assembleia do dia 11/07, quarta-feira, decidiram pela construção da greve. Paralisações, avaliações periódicas com assembléias, encaminhamento de ofício para a Presidência do Proderj cobrando posição sobre a Revisão do PCCS. Histórico da Campanha Salarial
A Revisão do PCCS está em pauta desde 2009. Várias assembléias, ofícios para o presidente do Proderj, para a Seplag e para o Secretário de Planejamento, Sérgio Ruy, solicitando reunião. Como também manifestações na porta da Seplag, paralisações e recentemente passeata e reuniões com o Movimento Unificado dos Servidores do Estado (MUSPE).
Durante esse tempo a Representação dos Trabalhadores conversou com Paulo Coelho, com Sérgio Ruy e seus assessores, mas de concreto nada ficou decidido em relação á Revisão do PCCS.
Essas conversas foram suspensas em fevereiro. Por conta disso a assembleia dos servidores decidiu pelas manifestações na porta da Seplag. Ocorreram várias com vuvuzelas, apitos, grupo de teatro, colar de carnaval, nariz de palhaço, com direito a interpelar o secretário Sérgio Ruy e aos seus assessores, na saída da sua hora de almoço, cobrando uma decisão sobre nossas reivindicações. Nada aconteceu.
Esses movimentos foram parar no jornal Extra com ampla divulgação. Mais uma vez o governo manteve a postura de não atender, de não querer escutar e conversar. Pior, divulgou aos quatro ventos que iria retirar os triênios.
Os servidores do estado se uniram e foram para as ruas. Mas o governador não os atendeu.
A saída será a greve
Diante desse histórico de descaso e da tentativa da retirada de direitos conquistados pelos os trabalhadores, foi decidido na última assembleia que haverá paralisações em direção à greve.
O momento é de apreensão e de muita garra. Os servidores decidiram que não vão permitir que o governo afunde a Autarquia e congele nossos salários. Vamos deixar a vida nos levar, com o Proderj e os servidores se afundando em terceirizações? A resposta da assembléia foi categórica, decidindo que tudo o que produzimos ao longo desses 45 anos não será jogado na lata do lixo, que os trabalhadores não são produtos descartáveis e que é necessário enfrentar todas as adversidades para assegurar uma aposentadoria digna e o crescimento e fortalecimento do PRODERJ. Para isso é preciso lutar, lutar e lutar.
Fonte: ASCPDERJ - 12/07/2012
Todos devem lutar pelos seus direitos, mas o governador já garantiu que não vai mexer nos triênios e nem em nenhum direito dos funcionário públicos.
ResponderExcluir