- Veja o especial da Copa do Mundo-2014
- CBF pretende usar boa relação com Lula para se aproximar de Dilma
Marin voltava ontem da Suíça, onde se reuniu com membros da Fifa, e não foi encontrado para comentar. Sanchez diz que não sabe "de nada".
Há dois meses na presidência da CBF, após a renúncia de Ricardo Teixeira, José Maria Marin já discordou algumas vezes do diretor de seleções da CBF, Andres Sanchez.
No início do mês passado, Marin nomeou chefes de delegação para as seleções masculina e feminina para a Olimpíada de Londres. No entanto, Andres era contrário a ideia. Na opinião do ex-presidente do Corinthians, os times feminino e masculino não deveriam ter esses cargos em Londres por causa do reduzido número de credenciais concedidas pelo Comitê Olímpico Internacional.
No masculino, o escolhido foi Delfim Pádua Peixoto Filho, presidente da Federação Catarinense de Futebol, enquanto Patrícia Amorim, presidente do Flamengo, foi a escolhida para a feminina. A dirigente aceitou, mas posteriormente rejeitou o convite.
Além de discordar sobre os chefes de delegação, Marin também discorda de Andres Sanches sobre a prioridade dos Jogos Olímpicos de Londres. Logo que assumiu o cargo de diretor de seleções da CBF, o ex-presidente do Corinthians afirmou que o ouro olímpico não é prioridade.
Já Marin diz que não está "medindo esforços para a seleção olímpica" conquistar a medalha dourada.
Mano entendeu o recado e afirmou que vai priorizar os jogadores com idade olímpica nos próximos quatro amistosos: Dinamarca (26 de maio), Estados Unidos (30 de maio), México (3 de junho) e Argentina (9 de junho). A convocação será amanhã.
| Sergio Moraes-9.abr.12/Reuters | ||
| Marin gesticula durante entrevista coletiva na sede da CBF Fonte: Folha |
Nenhum comentário:
Postar um comentário