Jogador é acusado pelos crimes de sequestro e assassinato de sua ex-namorada,
Eliza Samudio
RIO – O vice-presidente jurídico do Flamengo, Rafael de Piro, acenou com a
possibilidade de reintegração do goleiro Bruno caso ele seja liberado da prisão
nas próximas semanas. Acusado pelos crimes de sequestro e assassinato de sua
ex-namorada, Eliza Samudio, em 2010, Bruno tem contrato suspenso com o clube
desde então. O dirigente rubro-negro frisou que fala hipoteticamente sobre
eventual retorno do goleiro, um dos responsáveis pelo título do Brasileiro de
2009.
"Diante da possibilidade de ele ser solto, vamos analisar com calma a
situação. Jamais podemos fechar as portas nesse caso. Ele teve o contrato
suspenso, mas podemos muito bem reativá-lo."
Algumas questões, porém, podem dificultar a volta do jogador. Mesmo que o
habeas corpus pedido pelo advogado de Bruno à Justiça seja concedido, o atleta
pode sofrer restrições como a proibição de viajar ou de dormir fora de casa, nas
concentrações. "Vamos sentar e ter toda boa vontade para concretizar o retorno
dele, mas precisamos entender como será essa liberdade", ponderou o dirigente,
otimista quanto ao desfecho do caso.
RONALDINHOEmpresário e irmão de Ronaldinho Gaúcho,
Roberto Assis se encontrou com a presidente Patricia Amorim nesta quarta-feira,
na Gávea, para tratar do atraso no pagamento dos salários do atacante. O
ex-jogador voltou a reforçar que não há possibilidade de o craque deixar o clube
antes do fim de seu contrato, em 2014. "O encontro com a Patricia foi tranquilo.
Sempre chegamos a um acordo com o Flamengo. Dentro de duas semanas é possível
que haja um novo encontro. Eles pediram paciência e nós vamos ter", disse Assis,
em referência a negociações entre os rubro-negros e a Black & Decker para o
patrocínio master do uniforme.
Patricia diz que o Flamengo deve R$ 2,25 milhões ao camisa 10. Assis estipula
dívida de R$ 5 milhões. Mas o empresário nega divergências. "Os valores não
estão em discussão, o Flamengo sabe o que deve." Este mês o Flamengo apresentou
uma dívida de R$ 434 milhões.
Fonte: estadão.com.br
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