GOIÂNIA - A Secretaria de Segurança Pública de Goiás informou nesta quarta-feira que as investigações da chacina de Doverlândia, Goiás, continuarão, pois há outros suspeitos além de Aparecido de Souza Alves, de 22 anos, que morreu junto com mais sete pessoas na queda de um helicóptero na cidade de Piranhas (GO). A aeronave da polícia participava do segundo dia de reconstituição da chacina em que sete pessoas foram degoladas em uma fazenda, no dia 28 de abril.
Até o início da manhã desta quarta-feira, apenas o corpo do delegado Vinícius Batista havia chegado ao Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia. Segundo a diretora da Polícia Científica, Rejane Silva Sena Barcelos, ainda não há previsão para a chegada dos corpos das demais vítimas, já que o local do acidente é de difícil acesso. De acordo com os bombeiros, os demais corpos foram encontrados sob a aeronave e só poderão ser retirados após perícia.
A polícia ainda não sabe o motivo do acidente. Um dos primeiros a chegar no local, o fazendeiro Edmar Vilela conta que o helicóptero deu várias piruetas antes de cair. Ele e outros moradores do local ajudaram a apagar o fogo provocado pela queda.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública de Goiás, além do delegado Vinícius Batista e o principal suspeito do crime, as vítimas são: o superintendente da Polícia Judiciária de Goiás, o delegado Antônio Gonçalves Pereira dos Santos; os delegados Bruno Rosa Carneiro, Osvalmir Carrasco Melati Júnior e Jorge Moreira da Silva; os peritos criminais Marcel de Paula Oliveira e Fabiano de Paula Silva.
A reconstituição era fundamental para o esclarecimento do caso, uma vez que Alves, mesmo tendo confessado a autoria, apresentou diversas versões para o ocorrido. Ele chegou a indicar mandantes do crime, para depois assumir que agiu só para roubar. Dois suspeitos foram presos, mas depois liberados. Alves dissera que havia participação de outra pessoa, chegou a incriminar também o próprio pai, mas, em outro momento, disse que foi o único responsável.
Na chacina de Doverlândia, foram assassinados primeiramente o dono da fazenda onde ocorreu o crime e seu filho. Outras quatro pessoas de uma mesma família, que chegavam ao local para uma visita, também foram assassinadas. A sétima vítima foi o capataz da fazenda. Dois dos corpos foram deixados em um banheiro da sede da fazenda e os outros cinco arrastados a uma estrada próxima à propriedade rural.
Alves era funcionário da fazenda onde ocorreu a chacina. A reconstituição do crime era feita com atores ou manequins com que Alves demonstrava como teria matado e degolado as pessoas.
Fonte: O Globo
Até o início da manhã desta quarta-feira, apenas o corpo do delegado Vinícius Batista havia chegado ao Instituto Médico Legal (IML) de Goiânia. Segundo a diretora da Polícia Científica, Rejane Silva Sena Barcelos, ainda não há previsão para a chegada dos corpos das demais vítimas, já que o local do acidente é de difícil acesso. De acordo com os bombeiros, os demais corpos foram encontrados sob a aeronave e só poderão ser retirados após perícia.
A polícia ainda não sabe o motivo do acidente. Um dos primeiros a chegar no local, o fazendeiro Edmar Vilela conta que o helicóptero deu várias piruetas antes de cair. Ele e outros moradores do local ajudaram a apagar o fogo provocado pela queda.
Segundo a Secretaria de Segurança Pública de Goiás, além do delegado Vinícius Batista e o principal suspeito do crime, as vítimas são: o superintendente da Polícia Judiciária de Goiás, o delegado Antônio Gonçalves Pereira dos Santos; os delegados Bruno Rosa Carneiro, Osvalmir Carrasco Melati Júnior e Jorge Moreira da Silva; os peritos criminais Marcel de Paula Oliveira e Fabiano de Paula Silva.
A reconstituição era fundamental para o esclarecimento do caso, uma vez que Alves, mesmo tendo confessado a autoria, apresentou diversas versões para o ocorrido. Ele chegou a indicar mandantes do crime, para depois assumir que agiu só para roubar. Dois suspeitos foram presos, mas depois liberados. Alves dissera que havia participação de outra pessoa, chegou a incriminar também o próprio pai, mas, em outro momento, disse que foi o único responsável.
Na chacina de Doverlândia, foram assassinados primeiramente o dono da fazenda onde ocorreu o crime e seu filho. Outras quatro pessoas de uma mesma família, que chegavam ao local para uma visita, também foram assassinadas. A sétima vítima foi o capataz da fazenda. Dois dos corpos foram deixados em um banheiro da sede da fazenda e os outros cinco arrastados a uma estrada próxima à propriedade rural.
Alves era funcionário da fazenda onde ocorreu a chacina. A reconstituição do crime era feita com atores ou manequins com que Alves demonstrava como teria matado e degolado as pessoas.
Fonte: O Globo
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