Comissão especial da Alerj que discute impactos ambientais causados pela Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), em Santa Cruz, vai protocolar denúncia no Ministério Público do Rio (MP) contra a empresa. A decisão foi tomada ontem, após O DIA revelar que o Instituto Estadual do Ambiente (Inea) voltou a autorizar obra de ampliação da empresa. A construção havia sido embargada quando detectado que o poço de emergência da siderúrgica emitia fuligem nociva no bairro.
Na quinta, o Inea ressaltou que a CSA apresentou projeto para pôr fim à emissão do pó, que será reduzida gradualmente durante mais um ano. Presidente da comissão, a deputada Lucinha (PSDB) indignou-se com a retomada da obra e, na terça, audiência pública na Alerj discutirá o problema com moradores
Fonte: O Dia.
quarta-feira, 25 de maio de 2011
domingo, 22 de maio de 2011
TKCSA: Demagogia ou a ficha caiu?
TKCSA: Demagogia ou a ficha caiu?: "Prefeito do Rio de Janeiro faz fortes críticas à CSA, por poluição, baixa geração de empregos e incentivos fiscais; presidente da empresa reconhece erros"
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domingo, 15 de maio de 2011
SIDERÙRGICA TKCSA “O PROGRESSO SELVAGEM”
SIDERÙRGICA TKCSA “O PROGRESSO SELVAGEM”
Quando olhamos para o futuro, percebemos o quanto estamos sendo vítimas impotentes constante. A poluição que devasta todas as formas de vida hoje está bem próximo da nossa comunidade (Alvorada e Novo Mundo em Santa Cruz) sendo produzida pela Siderúrgica TKCSA. Sentindo a diferença no ar que respiramos, passamos a ser denominadas de "passivos ambientais". Em troca da miséria local, por um sub- emprego alguns moradores aceitam a conviver com esta poluição desmedida. Mesmo com tantos exemplos de usos errôneos desta siderúrgica TKCSA, alguns moradores ainda se sentem feliz com a destruição ambiental ,demonstração de incapacidade diante dos fatos. O modelo atual do governo não privilegia a comunidade em torno da Siderúrgica TKCSA. As populações massacradas pela arrogância e prepotência dos gestores públicos responsáveis pela Instalação desta Siderúrgica, faz vistas grossas aos problemas de saúde que a comunidade em torno da Siderúrgica TKCSA, vem enfrentando em Santa Cruz uma região da Zona Oeste do Rio de Janeiro ( região extremamente carente) sem decisões políticas; mas com milhões de eleitores. Queremos acreditar, que nossa luta, não seja em vão! Não temos mais tempo! “ Quem sabe faz a hora não espera acontecer”.
Jorge Antonio Pellegrini.
sexta-feira, 13 de maio de 2011
AMBIENTE EMBARGA OBRA DE AMPLIAÇÃO DA CSA E EXIGE COBERTURA DE POÇO POLUENTE
AMBIENTE EMBARGA OBRA DE AMPLIAÇÃO DA CSA E EXIGE COBERTURA DE POÇO POLUENTE
10/ 05/ 2011
O secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, anunciou hoje (10/05), em coletiva à imprensa, que a Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), em Santa Cruz, na Zona Oeste do Rio, tem um mês para começar a cobrir seu poço de emergência.10/ 05/ 2011
A obra impedirá, em caso de novos acidentes, que seja emitida na atmosfera a chamada “nuvem de prata” – fuligem que contém 70% de carbono e 30% de ferro, causando danos à saúde dos trabalhadores e moradores da região. A cobertura mitigará a emissão do poluente em 90%.
Minc anunciou ainda que a CSA, a partir de amanhã, terá embargada sua obra de ampliação de instalação para aumentar sua capacidade de produção. A companhia estava construindo sua terceira coqueria, local onde é produzido o coque, resíduo proveniente da queima de carvão mineral.
Segundo o secretário, a ampliação ficará embargada até que siderúrgica cumpra todos os condicionantes socioambientais para funcionar. “A empresa deveria contar com um sistema alternativo de redução de risco de acidentes, mas não tem a ligotadeira. Hoje ela opera só com o poço de emergência. Está errado e não pactuaremos com isso. Nosso papel é monitorar o seu funcionamento e sugerir”, disse Minc, continuando:
“A siderúrgica não tem licença definitiva. Caso nossas exigências não sejam atendidas, ela vai parar de operar. Queremos a empresa no estado. Não podemos exportar o minério para gerar emprego na China, mas a saúde da população e do ambiente deve ser considerada como prioridade.”
Presente à coletiva, a presidente do Instituto Estadual do Ambiente (Inea), Marilene Ramos, anunciou que começou a funcionar a câmera de filmagem, dentro da siderurgia, para monitoramento em tempo real, via internet, do funcionamento interno da empresa. A câmera, com giro de 360 graus, ajudará aos técnicos do Inea a fiscalizar a operação da CSA.
Em janeiro deste ano, a Secretaria de Estado do Ambiente (SEA) determinou que a CSA deveria passar por auditoria externa. No entanto, o secretário Carlos Minc considerou que a empresa responsável por fazer a auditoria, Usinas Siderúrgicas de Minas Gerais (Usiminas), não respondeu a itens estratégicos apontados pelos técnicos da SEA e do Inea: “A auditoria terá que ser complementada para que a CSA possa operar em segurança”.
Desde o início das operações, a CSA já foi multada duas vezes – R$ 1,2 milhão em agosto de 2010 e R$ 2,4 milhões em janeiro deste ano – e foi obrigada a investir cerca de R$ 14 milhões na área de saúde e infraestrutura da região.
Segundo o superintendente de Saúde Ambiental da SEA, Luiz Tenório, dos R$ 14 milhões pagos como compensação pela siderúrgica, R$ 11 milhões serão investidos na construção
de um centro de referência para hipertensos e diabéticos e de uma policlínica de saúde da família. O restante – R$ 3 milhões – está sendo aplicado em obras de infraestrutura na região.
Integrante do grupo de trabalho criado, por decreto do governador Sérgio Cabral, para definir os critérios para auditoria de saúdo da CSA, a ser realizada pela Fundacentro, Tenório afirmou que pesquisa promovida com cerca de 400 moradores de Santa Cruz apontou que o número de doenças respiratórias aumentou desde que ocorreu o primeiro acidente, em agosto de 2010. Sinusite e dermatites também foram apontadas pelos moradores.
O subsecretário-executivo da SEA, Luiz Firmino, também participou da coletiva.
FONTE: INEA.
Rio embarga obra de siderúrgica
Rio embarga obra de siderúrgica
Secretário estadual do Ambiente, Carlos Minc, alega 'erros crassos' da CSA, que investiu [Br]5,2 bilhões de euros.
11 de maio de 2011 | 0h 00
Felipe Werneck - O Estado de S.Paulo
O governo do Rio embargou ontem pela primeira vez uma obra da Companhia Siderúrgica do Atlântico (CSA), inaugurada há dez meses em Santa Cruz, zona oeste do Rio, após investimento de 5,2 bilhões de euros da alemã Thyssenkrupp. Ao anunciar a medida, o secretário do Ambiente, Carlos Minc, disse que a CSA é responsável por uma "lambança ambiental". Segundo ele, a empresa cometeu "erros crassos" de projeto, operação e gestão.
A obra que deve ser paralisada hoje é a construção da terceira coqueria do complexo siderúrgico - as outras duas continuam em operação. "Não somos xiitas nem subservientes. A CSA tem de cumprir a regra do Brasil direitinho. Ou cumpre ou fecha", afirmou o secretário. Ele também determinou prazo de até 30 dias para que a empresa comece a construir um sistema de controle para cobrir o chamado poço de emergência, sob ameaça de suspensão do processo de licenciamento ambiental e até rejeição do pedido de licença definitiva de operação. A CSA opera com uma licença prévia.
A CSA foi multada duas vezes pelo governo após grandes emissões de fuligem - em agosto, a multa foi de R$ 1,2 milhão; em janeiro, de R$ 2,4 milhões.
O diretor de Sustentabilidade da CSA, Luiz Cláudio Castro, se disse "surpreendido" com as medidas e "orgulhoso" do resultado de auditoria, que, afirmou ele, "concluiu que não existem riscos críticos ambientais".
Segundo Castro, os pontos levantados estavam sendo discutidos com órgãos do governo e a CSA havia concordado com outra auditoria. "O sistema do poço é complexo e inédito, tínhamos combinado tudo na semana passada e o projeto será entregue amanhã. Estou surpreso."
Secretaria do Meio Ambiente do Rio embarga ampliação da CSA
Secretaria do Meio Ambiente do Rio embarga ampliação da CSA
Usina da Companhia Siderúrgica do Atlântico está instalada em Santa Cruz, na zona oeste do Rio de Janeiro.
SÃO PAULO - A secretaria do Meio Ambiente do Estado do Rio de Janeiro anunciou no final da terça-feira que decidiu embargar a obra de ampliação da Companhia Siderúrgica do Atlântico, uma parceria do grupo alemão Thyssenkrupp com a Vale.
Segundo comunicado da secretaria à imprensa, "a companhia estava construindo sua terceira coqueria, local onde é produzido o coque, resíduo proveniente da queima de carvão mineral (...) a ampliação ficará embargada até que siderúrgica cumpra todos os condicionantes socioambientais para funcionar". A usina da CSA está instalada em Santa Cruz, na zona oeste do Rio de Janeiro.
A secretaria exige que a siderúrgica promova obras para cobrir um poço de emergência, que "em caso de novos acidentes, pode emitir na atmosfera a chamada 'nuvem de prata', fuligem que contém 70% de carbono e 30% de ferro, causando danos à saúde dos trabalhadores e moradores da região". Segundo o órgão, a cobertura do poço reduzirá a emissão do poluente em 90%. Representantes da CSA não estavam imediatamente disponíveis para comentar o assunto.
"A empresa deveria contar com um sistema alternativo de redução de risco de acidentes, mas não tem a ligotadeira. Hoje, ela opera só com o poço de emergência. Está errado e não pactuaremos com isso", afirma o secretário do meio-ambiente fluminense, Carlos Minc. "A siderúrgica não tem licença definitiva. Caso nossas exigências não sejam atendidas, ela vai parar de operar."
Desde o início das operações, a CSA já foi multada duas vezes: R$ 1,2 milhão, em agosto de 2010, e R$ 2,4 milhões em janeiro deste ano e foi obrigada a investir cerca de R$ 14 milhões na área de saúde e infraestrutura. Após os incidentes, a empresa aceitou a implantação de uma câmera dentro de sua usina que é monitorada pelo Inea.
Um acidente do final de 2010, que originou a multa de janeiro, obrigou a empresa a descartar ferro gusa nos poços de emergência, produzindo partículas que foram espalhadas pelo vento no entorno da usina. A poeira de grafite acabou sendo arrastada para as comunidades vizinhas.
A CSA tem capacidade para produzir 5 milhões de toneladas de placas de aço voltadas para exportação por ano e custou 5,2 bilhões de euros.
(Por Alberto Alerigi Jr) fonte : estado de sp
terça-feira, 10 de maio de 2011
MORADORES AFLITOS COM A POLUIÇÃO
Os Moradores sofrem à vários meses com a poluição causada pela Companhia Siderúrgica do Atlântico (TKCSA). A Siderúrgica TKCSA, não criou nenhuma barreira de proteção entre ela e as Comunidades que estão próximas, (á menos de 300 metros ). Gostaria que as Autoridades Governamentais encontrassem uma solução para que os moradores não sofressem com essa poluição desmedida, pois a cada uma tonelada de aço produzido pela Siderúrgica, meia tonelada de poluição é lançada na Atmosféra. Como iremos viver com este ar tão poluido? Pois a única barreira existente entre a Siderúrgica e a comunidade é a "Barreira Humana".
(Texto produzido por Jorge Antonio Pellegrini)
Desenvolvimento a Ferro e Fogo
(Texto produzido por Jorge Antonio Pellegrini)
Desenvolvimento a Ferro e Fogo
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